O post do regresso II
Foram uns tempinhos ausente. (isso talvez explique as dificuldades que estou a ter com este post…)
Começamos este blog há 2 anos e uns meses. Pensei em terminar a minha colaboração. Apesar de gostar mais de escrever do que outra coisa qualquer. Não que tenha muito para dizer. Gosto apenas de dedilhar o teclado e ver o que sai. Ou pegar na caneta e vê-la deslizar. Há quem desenhe. Eu escrevo disparates!
Andei uns tempos em que me parecia que não fazia sentido. Nada.
Mas eis que o Sol brilhou. E acordei. Para a vida.
Isto é passageiro. Ou talvez não. Mas é sempre bom despertar. E estar acordada uns tempos. Porque não faria sentido de outro modo.
Possivelmente quem não fica muito triste não consegue ficar muito feliz. Há quem fuja das emoções fortes. De VIVER. E para quê? Protecção? Incapacidade de agir de outro modo? Talvez! Mas se consigo o mau também consigo (e mereço) o bom!
Este post não faz muito sentido. Mas foram quase quase três semanas sem aqui escrever. E as palavras amontoaram-se e agora querem sair todas ao mesmo tempo. Não as consigo parar. Nem quero! Para quê?
Há uns meses ouvi uma teoria de “ligas” que me magoou imenso. Especialmente por acreditar efectivamente nela. E achar que foi sentida quando foi dita. Mas o facto de ela não se verificar ajudou-me. Até porque as classificações são altamente arbitrárias. E pouco coerentes.
Os animais caçam para sobreviver. Matam-se uns aos outros se for preciso. E reproduzem-se. E deixam descendência. Quando conseguem. Mas continuam a caçar.
Vou à caça. Querem vir comigo? Tipo matilha, que tal?
E a propósito de um post que aqui surgiu… Susanita, quando li a letra da música pensei “ela não sabe, mas está apaixonada, só pode!”. Hoje ouvi essa música imensas vezes. E adoro-a! E percebi-te! A ti por gostares dela, e ao erro que cometi com o meu primeiro pensamento! A paixão mais bonita que podemos ter é por nós próprias e pela nossa felicidade, não é?
Um beijinho a quem ler!
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