Friday, April 11, 2008

Posted by nikita at 15:52:06 | Permalink | Comments (9)

Thursday, April 10, 2008

25 years

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“And my life is still”

Esta música está intimamente ligada a um local, a uma época, a um ruído de fundo de miúdos a jogar futebol num campo de terra batida, com umas balizas decrépitas que eram defendidas aguerridamente. Eu fazia parte desse maralhal que corria desenfreadamente atrás da bola, como se o amanhã não houvesse e os 25 anos estivessem a anos-luz de distância. Curiosamente… não estavam!
Mas do alto da minha inconsciência feliz de quem não sabe bem o que quer, achava que aos 25 ia fazer exactamente o que queria e ia ter uma vida organizada de adulta! Porque afinal, 1/4 de século era mais do que tempo suficiente para resolver aquelas questõezitas burocráticas, não?

Big mistake!

De algum modo estranho, o tempo passou e enrolou-se sobre si, em voltas e revoltas complicadas e, agora com 25 anos, sinto-me a mesma criança que jogava futebol mas desta vez com a certeza que o tempo não chegou. E que antes tinha mais certeza do que seria (ou queria ser) do que agora.
Possivelmente dei algum pontapé certeiro nas resoluções e estas ficaram fora de jogo!
Secalhar o ritmo de vida abrandou um bocadinho. Não só para mim, mas globalmente, e agora é muito mais difícil estabilizar…

Será que é possível sabermos com certeza aquilo que queremos ser? Sem excluir uma série de opções? E, acima de tudo, sem descartar a hipótese que teria sido a certa para nós… Porque acredito que existam escolhas mais acertadas (ou certeiras) que outras. Que nos levam num caminho favorável. E  também acredito  que quando  as rejeitamos (por alguma ironia do destino ou simples má escolha) acabamos por ter a vida um bocadinho mais dificultada.
O certo é que vamos adiando e adiando as escolhas. Ao ponto de já nem conseguirmos descortinar as opções que temos.
E estou a globalizar porque não quero acreditar que era a única a ouvir esta música e pensar que com 25 anos seria uma mulher adulta a não uma criança crescida!
A questão é (ou questões…):
 - Se não conseguimos ver as opções que temos como raio vamos conseguir decidir? Com base no que queremos fazer? E se esse for precisamente o caminho que não conseguimos ver?

Posted by Paty at 22:48:59 | Permalink | Comments (1) »

Friday, April 4, 2008

Dia de Verão

Tenho a agenda cheia de devaneios escritos em viagens de comboio (ao menos sempre tenho algo para escrever lá…) mas curiosamente, com o Sol aqui a aquecer-me a alma, não sinto nenhum deles, por isso não os posso postar! A ironia de não sentir posts daqueles hoje que estou num dia de calma! É que o Verão veio fazer uma visita a Primavera e o trabalho foi de fim-de-semana… Antes de mim, o que sempre permite um saltinho até este espaço!

Mas o dia de hoje tinha de prometer calma, afinal os deuses não podem estar assim tão contra mim!!! A noite foi curta para o que precisava de dormir e respirar, mas não tive grande remédio a sair daquele mundo de sonhos tão bom em que estava… Ele há sonhos maus. Há sonhos parvos. E há sonhos que sabem a realidade… Que deviam ser realidade, nem que fosse aos bocadinhos… Parace que ainda tenho o sonho comigo, apesar da realidade ter sido um bocadinho (o diminutivo não se aplica, mas apetece-me mais…) diferente…


(Que me desculpe a pessoa que não morre de amores pela espécie…)

Movin’ on!

O dia está tão lindo! Gosto tanto do Solinho que está lá fora… é que a única coisa que dá vontade é de sair daqui, pegar no popó, ignorar a tosse irritante e a ligeirissima falta de ar (eu não sei como é que o pessoal com asma aguenta, juro!) e ir para….

E aproveitar precisamente este momento. quando o Sol esta na linha do horizonte e a brisa corre fresca.  E areia com que brincamos e fazemos desenhos se pega aos dedos, a brincar aos dias de praia…

Posted by Paty at 17:01:51 | Permalink | Comments (7)