Fernando Pessoa

Nada como usar palavras de quem sabe efectivamente escrever…

Nada como usar palavras de quem sabe efectivamente escrever…
Foram uns tempinhos ausente. (isso talvez explique as dificuldades que estou a ter com este post…)
Começamos este blog há 2 anos e uns meses. Pensei em terminar a minha colaboração. Apesar de gostar mais de escrever do que outra coisa qualquer. Não que tenha muito para dizer. Gosto apenas de dedilhar o teclado e ver o que sai. Ou pegar na caneta e vê-la deslizar. Há quem desenhe. Eu escrevo disparates!
Andei uns tempos em que me parecia que não fazia sentido. Nada.
Mas eis que o Sol brilhou. E acordei. Para a vida.
Isto é passageiro. Ou talvez não. Mas é sempre bom despertar. E estar acordada uns tempos. Porque não faria sentido de outro modo.
Possivelmente quem não fica muito triste não consegue ficar muito feliz. Há quem fuja das emoções fortes. De VIVER. E para quê? Protecção? Incapacidade de agir de outro modo? Talvez! Mas se consigo o mau também consigo (e mereço) o bom!
Este post não faz muito sentido. Mas foram quase quase três semanas sem aqui escrever. E as palavras amontoaram-se e agora querem sair todas ao mesmo tempo. Não as consigo parar. Nem quero! Para quê?
Há uns meses ouvi uma teoria de “ligas” que me magoou imenso. Especialmente por acreditar efectivamente nela. E achar que foi sentida quando foi dita. Mas o facto de ela não se verificar ajudou-me. Até porque as classificações são altamente arbitrárias. E pouco coerentes.
Os animais caçam para sobreviver. Matam-se uns aos outros se for preciso. E reproduzem-se. E deixam descendência. Quando conseguem. Mas continuam a caçar.
Vou à caça. Querem vir comigo? Tipo matilha, que tal?
E a propósito de um post que aqui surgiu… Susanita, quando li a letra da música pensei “ela não sabe, mas está apaixonada, só pode!”. Hoje ouvi essa música imensas vezes. E adoro-a! E percebi-te! A ti por gostares dela, e ao erro que cometi com o meu primeiro pensamento! A paixão mais bonita que podemos ter é por nós próprias e pela nossa felicidade, não é?
Um beijinho a quem ler!
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Ou o que andamos a fazer.
Ou porquê.
Ou quem somos.
Temos dúvidas. Interrogamo-nos e não temos respostas. Que só nós podemos dar.
A long time ago i knew i girl who used to doubt herself.
Continuamos a ter relações muito próximas…
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Acordei com esta música hoje de manhã. E não a consigo tirar da cabeça. Não me identifico minimamente com a letra, mas deliro com a música. É uma daquelas coisas que não sei explicar. Mais uma de entre tantas. Mas que não me vou preocupar em perceber. Porque há coisas que nos fazem sentir bem. E não as devemos questionar. Para que não percam o encanto.
O inverso aplica-se ao que nos faz mal. Aquilo que nos faz sentir angustiadas e tristes. Isso devemos analisar, perceber o que se passa, e cortar pela raiz! Nem nós próprios nos devemos magoar, quanto mais elementos externos!
You’re a falling star, you’re the get away car.
You’re the line in the sand when I go too far.
You’re the swimming pool, on an August day.
And you’re the perfect thing to say.
And you play it coy, but it’s kinda cute.
Ah, when you smile at me you know exactly what you do.
Baby don’t pretend, that you don’t know it’s true.
Cause you can see it when I look at you.
[Chorus:]
And in this crazy life, and through these crazy times
It’s you, it’s you, you make me sing.
You’re every line, you’re every word, you’re everything.
You’re a carousel, you’re a wishing well,
And you light me up, when you ring my bell.
You’re a mystery, you’re from outer space,
You’re every minute of my everyday.
And I can’t believe, uh that I’m your man,
And I get to kiss you baby just because I can.
Whatever comes our way, ah we’ll see it through,
And you know that’s what our love can do.
[Chorus:]
And in this crazy life, and through these crazy times
It’s you, it’s you, you make me sing
You’re every line, you’re every word, you’re everything.
So, la, la, la, la, la, la, la
So , la, la, la, la, la, la, la
[Chorus:]
And in this crazy life, and through these crazy times
It’s you, it’s you, you make me sing.
You’re every line, you’re every word, you’re everything.
You’re every song, and I sing along.
‘Cause you’re my everything.
Yeah, yeah
So, la, la, la, la, la, la, la
So , la, la, la, la, la, la, la
Michael Bublé, Everything
Pancada musical da semana, com possibilidade de se tornar mensal! Susanita
Ninguém ainda sabe se tudo apenas vive para morrer ou se morre para renascer…
Marguerite Yourcenar
Susanita
Este é um post em jeito de confissão. Talvez por isso seja escrito em letra miudinha.
Só hoje descobri, mas sou viciada. Sim, tenho um vicio que me controla.
O quê? Um pó preto pelo qual de faz passar água e ao qual podemos adicionar diversas substâncias.
Também é verdade que há vicios piores. Mas um dia sem saborear este pó deixou-me de rastos, sem forças, com dores de cabeça. Acho que é chamado “desmame”. Mas não resisti e lá engoli um bocadinho de café, só para passar a dor e o mau estar.
Será que existe algum grupo de acompanhamento psicológico para os viciados em cafeína? Do chocolate já nem falo que desse já não me livro!
Susanita
Desde miúda que penso em morrer! E pronto, cá está uma péssima maneira de começar um post! Mas enfim, já escrevi e o meu delete está um bocado colado… E sempre, mas sempre, soube que quando acontecesse ia ser num desastre de automóvel.
O que nunca pensei é que me fosse esforçar tanto para antecipar a coisa! Este fim-de-semana, depois de um exame que me correu muito pior que eu gostaria, consegui o brilhante feito de destruir o popó (again…) e um outro carro… a escassos 200 m de casa…
Mas pronto, lá tive que ser eu a proporcionar o momento alto da vidinha dos meus caros (?) conterrâneos…
Agora só tenho de gastar uma pequena fortuna na reparação dos estragos, além de aguentar as dores que desta vez me atacaram em força…
Enfim, estou a escrever isto para tirar do sistema, desculpem lá…. Pode ser que tire… Ou então não…